Sua cabeça!

Olá, Eu achei esta matéria num site e é super interessante. E particularmente sempre misturo meus sentimentos com a comida…  alias tudo envolve comida quando estamos felizes  (bolo, doces e pizza! ) e quando estamos triste.. como é bom um chocolate te esperando todo dengoso pronto para ser devorado pelo seu sentimento de solidão!.. Vamos reverter esta história…? Afinal você acredita em você mesma?…  ta na hora de acreditar e recomeçar! … Espero que gostem e que nos ajude!

 

traida

PSICOLOGIA, EMAGRECIMENTO E NUTRIÇÃO

Comportamento Alimentar como base para a Reorientação Nutricional

Comportamento Alimentar refere-se à ingestão de qualquer alimento.Uma pessoa que tenha comido apenas chocolate hoje se alimentou, mas não se nutriu convenientemente. Nutrição refere-se se alimentar adequadamente em qualidade e quantidade.

O comportamento Alimentar é mais “primitivo”, inconsciente e menos racional que o nutricional, que pode ser considerado mais “inteligente” e cientificamente fundamentado.
O comportamento alimentar precede, é a “matéria prima” para o nutricional. Deveria ser regulada pelo complexo mecanismo fome – saciedade, mas é importante entender que as emoções, a ansiedade, os estados de humor depressivos e outros fatores psicológicos negativos podem alterá-lo profundamente e, conseqüentemente, o comportamento nutricional. Nas orientações nutricionais que visam emagrecimento a pessoa “sabe” o que fazer e o que comer, mas sente-se impotente para fazê-lo.

 comentario1

Algo mais forte que sua vontade a impede. Come sem fome sabendo que não deveria fazê-lo, mas o faz e na ausência de prazer.

comentario2

 

Ao comer tem um alívio provisório da sensação negativa de ansiedade, que volta reforçada pela culpa, levando a pessoa a comer mais, para tornar a diminuir a tensão. A pessoa engorda e passa a evitar toda uma gama de situações e atividades e também as gratificações delas decorrentes. Diminui a atividade física porque engordou, questiona sua aparência e evita ir a lugares onde tenha que se expor fisicamente. Restringe sua vida social e pode tender ao isolamento.

 comentario3

 

Essa reação provoca o afastamento de outras pes-soas, mas o gordo parece não perceber que isto se deve ao seu comportamento e não à sua aparência. Sua ansiedade aumenta a solidão que por sua vez reforça a ansiedade. Escasseando os prazeres pela piora da qualidade de vida e crescendo a ansiedade, A COMIDA ASSUME O PAPEL DE “REDUTOR DE TENSÃO” E, muitas vezes, ÚNICA FONTE DE PRAZER!… A auto negação do prazer leva a pessoa a rejeitar seu corpo e a conduz a uma dependência infantil da comida, que passa a simbolizar a satisfação corporal… ESTÁ FORMADO O CÍRCULO VICIOSO… Os mais tênues sinais de ansiedade, antes mesmo de tornarem –se conscientes, podem ser “amortecidos” pelo ato de comer, ACIONADO AUTOMATICAMENTE.

A criança, desde o nascimento, estabelece um vínculo com a mãe através da amamentação. As pri-meiras sensações de ansiedade (sensação desagradável, negativa) são experimentadas quando o bebê tem fome. O alivio da tensão (sensação agradável) é conseguido quando a criança se alimenta (saciedade). Com o crescimento recebe influências da família, da cultura que ajudarão a moldar um “estilo alimentar”, profundamente associado com emoções positivas e negativas e de DIFICILMENTE MODIFICÁVEL APENAS POR PERSUASÃO E INFORMAÇÃO. Exemplos são pacientes que, mesmo motivados e bem orientados por profissionais competentes e que lhes ministram orientação nutricional equilibrada, personalizada e saborosa acabam auto sabotando-a em Algum momento, de forma irracional, demonstrando comportamento alimentar regido por emoções obscuras e não pela razão, e despreparados para a orientação nutricional.
A obesidade torna-se, desta maneira, um uma forma desadaptativa do uso do comportamento alimen-tar na tentativa de encobrir problemas que se tornam progressivamente insolúveis, reduzindo gradativamente as opções de vida da pessoa.

A Psicologia pode e DEVE COLABORAR com a área médico-nutricional, VIABILIZANDO O COMPORTAMENTO NUTRICIONAL ATRAVÉS DO CONTROLE DO COMPORTAMENTO ALIMENTAR QUE O PRECEDE, atuando de várias maneiras, como levando o paciente a reavaliar o “continuum” fome-saciedade, focando e tratando os ganhos secundários que mantém a pessoa gorda, trabalhando a auto-imagem, freqüentemente prejudicada, tratando as comorbidades associadas à obesidade, como transtorno do humor(Depressão) , fobia social, transtornos alimentares, transtornos de personalidade, compulsão alimentar e outros, e particularmente a ANSIEDADE, desvinculando-a do ato de comer, permitindo alterações comportamentais que permitam novo estilo de vida, essencial para a perda de peso e manutenção posterior.

 doces

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